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A Reforma Tributária sobre o consumo representa uma mudança estrutural no sistema tributário brasileiro. Mais do que a substituição de tributos, o novo modelo altera a lógica de apuração, de aproveitamento de créditos e de repartição das receitas, com reflexos diretos sobre a estrutura operacional, financeira e contratual das empresas.

Diante desse cenário, a transição exige preparação técnica, estratégica e operacional. A adoção de uma abordagem estruturada é fundamental para reduzir riscos, assegurar previsibilidade jurídica e orientar decisões no novo ambiente fiscal.

Impactos que vão além da carga tributária

Os efeitos da Reforma Tributária não se limitam à carga tributária nominal. As mudanças alcançam modelos de precificação, margens, fluxos de caixa, contratos comerciais, cadeias de suprimento e estruturas de governança tributária. Por isso, a adaptação ao novo sistema demanda uma visão integrada entre as áreas jurídica, fiscal, financeira e operacional.

Nesse contexto, a compreensão dos impactos específicos de cada negócio torna-se essencial para evitar distorções econômicas e operacionais durante o período de transição.

Diagnóstico como base para a transição

A condução segura da transição começa com um diagnóstico preciso dos impactos da Reforma Tributária. Essa análise deve considerar a estrutura atual de tributação, o aproveitamento de créditos, as particularidades setoriais, a cadeia produtiva e o modelo de negócios adotado.

Somente a partir desse mapeamento é possível identificar riscos, avaliar oportunidades e estruturar estratégias compatíveis com as novas regras.

Revisão contratual e planejamento tributário

A revisão contratual assume papel central no processo de adaptação. Cláusulas relacionadas a preços, reajustes, repasses e responsabilidades fiscais devem ser reavaliadas à luz do novo modelo de tributação sobre o consumo.

Paralelamente, o planejamento tributário torna-se instrumento indispensável para mitigar riscos, preservar margens e alinhar a operação às exigências do novo sistema, sempre com foco em conformidade e segurança jurídica.

Governança tributária como fator estratégico

A Reforma Tributária reforça a importância da governança tributária como elemento estratégico para as empresas. Estruturas robustas de controle, monitoramento normativo e integração entre áreas são essenciais para garantir previsibilidade, reduzir riscos e conduzir a transição de forma organizada.

Nesse ambiente de mudança, a preparação antecipada e a gestão estruturada da transição não são opcionais, mas condições necessárias para a sustentabilidade dos negócios no novo cenário fiscal.

Confira o material na íntegra: One Page Report_Preparação estratégica e governança na transição

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O II Fórum Financiamento da Infraestrutura: Novo Ciclo de Investimentos em Infraestrutura – Mecanismos de Funding para Projetos de 2026 a 2030 acontecerá em 31 de março de 2026, na Arena B3, em São Paulo.

O evento tem curadoria do Toledo Marchetti Advogados, organização da Hiria e correalização da B3. A iniciativa reunirá especialistas, investidores, gestores públicos, concessionárias e instituições financeiras. Além disso, representantes do mercado de capitais participarão dos debates.

O Fórum busca estimular discussões qualificadas sobre temas centrais na estruturação de projetos. Entre eles, destacam-se segurança jurídica, alocação de riscos e estabilidade regulatória. Também serão analisadas alternativas de funding capazes  de viabilizar projetos mais estruturados e bancáveis.

Ao longo da programação, os participantes discutirão o papel do mercado de capitais, a atuação de bancos e organismos multilaterais. Além disso, o encontro abordará a evolução dos instrumentos financeiros utilizados no setor.

Nesta edição, o evento dará atenção especial às perspectivas para o período entre 2026 e 2030. Nesse contexto, especialistas analisarão o pipeline de projetos, as oportunidades de investimento e os desafios relacionados à modelagem, financiamento e execução de grandes empreendimentos.

Por fim, o Fórum reforça seu papel como espaço estratégico de troca entre os principais agentes do ecossistema de infraestrutura. Assim, promove a aproximação entre setor público e iniciativa privada e incentiva o compartilhamento de experiências e tendências do mercado.

Data: 31 de março de 2026
Local: Arena B3 – São Paulo
Mais informações: FÓRUM FINANCIAMENTO DA INFRAESTRUTURA

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O Toledo Marchetti Advogados integra o Chambers and Partners Global Guide 2026, com destaque nas áreas de Dispute Resolution: Arbitration, Project Development e Public Law.

O reconhecimento confirma a atuação consistente do escritório em matérias complexas e em projetos estratégicos no cenário jurídico nacional e internacional. A equipe atua de forma próxima aos clientes e desenvolve soluções jurídicas alinhadas às necessidades de cada demanda.

O ranking também reconheceu individualmente os advogados Leonardo Toledo, Marcelo Marchetti, Natália Bastos, João Paulo Pessoa e Carlos Eduardo Leal de Carvalho. As nomeações evidenciam a experiência técnica e o compromisso do time com  excelência profissional.

O Toledo Marchetti agradece a confiança de clientes e parceiros, bem como o empenho de sua equipe, fatores essenciais para mais este reconhecimento internacional.

Confira todos os detalhes em: Toledo Marchetti Advogados, Global 2026 | Chambers Profiles

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A Reforma Tributária sobre o consumo promove alterações estruturais na forma de apuração, no aproveitamento de créditos e na repartição das receitas. No entanto, seus efeitos não se manifestam de maneira uniforme entre os setores econômicos. Pelo contrário, as mudanças impactam cada atividade de forma distinta, conforme a estrutura operacional, a cadeira produtiva e o modelo de negócios adotado.

Nesse contexto, a substituição de tributos, a adoção da não cumulatividade plena e a tributação no destino produzem consequências específicas. Por isso, análises genéricas mostram-se insuficientes, sendo necessária uma leitura setorial para a correta identificação de riscos, oportunidades e estratégias de adaptação ao novo modelo tributário.

A heterogeneidade dos impactos da Reforma Tributária

Os impactos da Reforma tributária variam significativamente entre os setores. Enquanto algumas atividades enfrentam maior pressão sobre fluxo de caixa, outras lidam com desafios relacionados à carga tributária, ao creditamento ou à reorganização contratual. Assim, a compreensão dessas diferenças torna-se essencial para orientar decisões estratégicas.

Impactos da Reforma Tributária no setor imobiliário

No setor imobiliário, a Reforma Tributária pode gerar riscos relevantes de reprecificação de ativos e contratos. Além disso, há impactos diretos no fluxo de caixa ao longo da cadeia, bem como a necessidade de atenção ao aproveitamento de créditos no novo modelo de não cumulatividade.

Diante desse cenário, a transição exige revisão contratual e análise cuidadosa da estrutura de custos, a fim de preservar o equilíbrio econômico-financeiro das operações.

Impactos da Reforma Tributária no setor de varejo

O setor de varejo tende a enfrentar desafios operacionais relevantes. Entre eles, destacam-se a pressão sobre o fluxo de caixa, os potenciais efeitos do split payment, a necessidade de revisão das políticas de preços e o aumento das exigências de compliance fiscal.

Por esse motivo, a adaptação ao novo modelo demanda integração entre planejamento tributário e operação, além de ajustes nos processos internos.

Impactos da Reforma Tributária no setor de óleo e gás

No setor de óleo e gás, os principais pontos de atenção envolvem o risco de aumento da carga tributária, a incidência do Imposto Seletivo e os desafios relacionados ao aproveitamento de créditos. Além disso, a elevada complexidade regulatória do setor exige avaliação técnica aprofundada e acompanhamento constante das mudanças normativas.

Impactos da Reforma Tributária no setor de tecnologia

As empresas de tecnologia enfrentam questões específicas no novo modelo tributário. Entre elas, destacam-se a definição do local do consumo, a tributação de serviços digitais e os impactos em operações cross-border.

Esses fatores exigem interpretação cuidadosa das novas regras e adequação dos modelos operacionais, especialmente em negócios com atuação internacional.

Impactos da Reforma Tributária no setor de infraestrutura

No setor de infraestrutura, os impactos concentram-se no estresse do fluxo de caixa, na revisão de contratos de longo prazo e nos efeitos sobre tarifas e estruturas de funding. Nesse cenário, a previsibilidade tributária torna-se elemento central para a viabilidade econômica e financeira dos projetos.

Análise setorial e governança tributária

Diante da diversidade de impactos, cada setor exige soluções sob medida. A gestão eficiente da Reforma Tributária demanda análise setorial aprofundada, revisão de estruturas e fortalecimento da governança tributária. Dessa forma, as empresas conseguem mitigar riscos e orientar decisões estratégicas no novo ambiente fiscal.

Confira a análise na íntegra: One Page Report_Impactos setoriais

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A Reforma Tributária sobre o consumo será implementada de forma progressiva entre 2024 e 2033. Desde o início da transição, o novo modelo já gera impactos operacionais relevantes. Por isso, as empresas precisam se preparar com antecedência, antes mesmo da substituição definitiva dos tributos atualmente vigentes.

Nesse cenário, compreender o cronograma da Reforma Tributária torna-se essencial. Além disso, o acompanhamento contínuo das mudanças normativas permite maior previsibilidade e redução de riscos ao logo da implementação.

Cronograma de implementação da Reforma Tributária (2024 – 2033)

O cronograma da Reforma Tributária foi estruturado para permitir a migração gradual entre o sistema atual e o novo modelo de tributação sobre o consumo. Ao longo desse período, estão previstos marcos relevantes que afetam diretamente a operação das empresas.

Entre os principais pontos do cronograma, destacam-se o início da adaptação normativa e institucional, a fase de testes do novo modelo a partir de 2026, a convivência entre os tributos atuais e a CBS e o IBS e, por fim, a extinção progressiva dos tributos substituídos até 2033.

Por essa razão, a leitura atenta da linha do tempo é fundamental para o planejamento das mudanças operacionais e para a mitigação de riscos fiscais.

Fase de testes da CBS e do IBS

A partir de 2026, inicia-se a fase de testes da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Embora essa etapa não represente a extinção imediata dos tributos atuais, ela exige ajustes relevantes nos sistemas fiscais, contábeis e operacionais.

Além disso, a convivência entre regimes aumenta a complexidade da apuração. Consequentemente, cresce o risco de inconsistências no cumprimento das obrigações acessórias. Dessa forma, a adequação antecipada dos processos torna-se indispensável.

Documentos fiscais e obrigações acessórias

No novo modelo da Reforma Tributária, os documentos fiscais eletrônicos assumem papel central. Nesse contexto, ganham destaque o IBS e a CBS nos documentos fiscais eletrônicos, a maior integração entre obrigação acessória e recolhimento do tributo, bem como a adoção de notas de débito e crédito.

Além disso, a ampliação da fiscalização digital e automatizada reforça a necessidade de parametrização adequada dos sistemas. Como resultado, os controles internos passam a ser elementos críticos para a conformidade fiscal.

Riscos operacionais e compliance digital

A transição da Reforma Tributária amplia os riscos operacionais enfrentados pelas empresas. Entre os principais riscos, estão erros de parametrização de sistemas, inconsistências entre documentos fiscais e apuração do tributo, além de falhas no cumprimento de obrigações acessórias.

Nesse cenário, a exposição a autos de infração automatizados aumenta. Portanto, o compliance digital deixa de ser apenas operacional e passa a integrar a estratégia de governança tributária.

Planejamento tributário e operação integrada

Com a Reforma Tributária, o planejamento tributário passa a exigir integração direta com a operação. Para isso, as empresas precisam alinhar as áreas fiscal, contábil, jurídica e de tecnologia. Ao mesmo tempo, devem revisar processos e fluxos operacionais.

Além disso, o monitoramento contínuo do cronograma da Reforma Tributária permite maior previsibilidade. Por fim, a preparação antecipada contribui para a redução de riscos e para a eficiência ao longo de todo o período de implementação.

Confira o material na íntegra: One Page Report_Cronograma e operação

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A Reforma Tributária sobre o consumo institui um período prolongado de transição, no qual o sistema atual e o novo modelo de tributação coexistirão. Nesse contexto, o desenho adotado busca reduzir impactos abruptos. Por outro lado, impõe desafios relevantes às empresas, especialmente em termos de planejamento, governança e gestão de riscos ao longo do processo de implementação.

Convivência entre regimes tributários

Durante a transição, os tributos atualmente vigentes e os novos instrumentos de tributação sobre o consumo operarão de forma simultânea. Como resultado, a complexidade operacional tende a aumentar, exigindo das empresas controles paralelos, adequação de sistemas e acompanhamento constante das mudanças normativas.

Além disso, a correta gestão desse período torna-se essencial para evitar inconsistências fiscais e mitigar contingências futuras, sobretudo diante da sobreposição temporária de regras e obrigações.

Redesenho dos benefícios fiscais

A substituição do ICMS e do ISS pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), aliada à adoção da tributação no destino, altera de forma significativa a lógica dos benefícios fiscais concedidos por Estados e Municípios. Nesse novo cenário, incentivos baseados na origem tendem a perder eficácia. Consequentemente, ganham relevância critérios como neutralidade econômica, previsibilidade e segurança jurídica.

Dessa forma, projetos e estruturas empresariais concebidos a partir de incentivos regionais passam a demandar reavaliação criteriosa, considerando os efeitos do novo modelo ao longo do período de transição.

Enfraquecimento da guerras ficas

A transição para o novo modelo contribui para o enfraquecimento gradual da guerra fiscal entre entes federativos. Assim, a redução da competição por arrecadação tende a diminuir distorções na alocação de investimentos.

Ainda que os efeitos não sejam imediatos, o novo modelo favorece, ao longo do tempo, um ambiente de negócios mais equilibrado e racional, com maior alinhamento entre arrecadação e local de consumo.

Impactos contratuais e financeiros

As mudanças no regime de tributação produzem impactos diretos sobre contratos de médio e longo prazo, especialmente aqueles que preveem benefícios fiscais como elemento central de viabilidade econômica. Por essa razão, cláusulas de reajuste, repasse tributário e equilíbrio econômico-financeiro demandam revisão à luz do novo contexto normativo.

Nesse sentido, a análise contratual assume papel relevante como instrumento de mitigação de riscos durante o período de transição.

Governança tributária na transição

A gestão eficiente do período de transição exige planejamento estruturado, revisão de processos e fortalecimento da governança tributária. Além disso, a adequação de sistemas, a integração entre áreas internas e o monitoramento contínuo das mudanças normativas tornam-se medidas indispensáveis para assegurar conformidade e previsibilidade.

Por fim, a preparação antecipada permite às empresas atravessar o período de implementação com maior segurança, reduzindo riscos e identificando oportunidades no ambiente tributário.

Confira o material na íntegra: One Page Report_Benefícios fiscais e transição

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O governo federal propõe mudanças relevantes na tributação da renda no Brasil. As medidas atingem diretamente pessoas físicas, sócios de empresas e contribuintes de alta renda.

A proposta atualiza a tabela do Imposto de Renda e amplia a faixa de isenção. O objetivo é reduzir a defasagem acumulada ao longo dos anos.

Outro ponto central é a tributação de lucros e dividendos. Distribuições acima de R$ 50 mil por mês passam a sofrer retenção de 10% na fonte. O texto também cria um imposto mínimo atual para contribuintes de alta renda, com alíquotas progressivas.

A proposta estabelece regras de transição. Elas variam conforme o período de apuração do lucro, o momento da distribuição e a estrutura societária da empresa. Por isso, o planejamento tributário exige atenção redobrada.

As mudanças podem impactar políticas de distribuição de resultados, estrutura societária, decisões de investimento e planejamento patrimonial e sucessório. Cada caso demanda análise individualizada.

Saiba mais: Dividendos e tabela do IR em transição: o que muda para o contribuinte?