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O sócio Felipe Lisbôa assina artigo publicado pelo Valor Econômico sobre a crescente relevância dos contratos privados de dragagem no Brasil.

O texto analisa o avanço desses projetos no contexto da infraestrutura nacional. O autor destaca os impactos para a competitividade portuária e a importância da dragagem para a expansão de novos vetores logísticos, como as hidrovias.

O artigo aborda o papel estratégico da dragagem na consolidação de modelos mais eficientes de operação portuária. Também examina os reflexos desse movimento na estruturação contratual e na segurança jurídica dos projetos.

Além disso, o autor avalia os desafios jurídicos e negociais associados ao setor. Ele reforça a necessidade de operadores portuários, especialmente novos entrantes, se prepararem para negociações mais sofisticadas, alinhadas a práticas internacionais.

A análise mostra o crescimento dos contratos privados de dragagem vai além de uma tendência operacional. Trata-se de um movimento estrutural que exige preparo técnico, visão estratégica e capacidade de adaptação a um ambiente regulatório e concorrencial em constante evolução.

Confira maiores detalhes na íntegra: Legislação | Valor Econômico – Projetos de construção: contratos privados de dragagem

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O sócio Haroldo Bertoni e a advogada Laura Regueiro, assinam artigo publicado na CNN Brasil sobre a modernização do setor elétrico no Brasil.

O texto analisa os desafios trazidos pelas propostas de atualização regulatória. Os autores destacam os impactos para os agentes do mercado e a necessidade de adaptação a um ambiente mais dinâmico e competitivo.

O artigo aborda a abertura do mercado e a ampliação da liberdade de escolha do consumidor. Também examina os efeitos dessas mudanças na estrutura contratual e na segurança jurídica dos projetos.

Além disso, os autores avaliam riscos e oportunidades do novo cenário regulatório. Eles reforçam a importância de uma atuação estratégica na gestão de contratos e na estruturação de projetos de infraestrutura.

A análise mostra que a modernização do setor elétrico vai além de mudanças normativas. Trata-se de uma transformação estrutural que exige preparo técnico, visão integrada e capacidade de antecipação.

Confira a matéria na íntegra: Infra | CNN Brasil – Modernização do marco do setor elétrico impõe desafios

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O Toledo Marchetti conquistou reconhecimento no Chambers Brazil: Contentious 2026, um dos principais rankings jurídicos do país. O resultado destaca sua atuação em Dispute Resolution, com foco em Arbitration e Litigation.

O escritório figura entre os destaques em disputas estratégicas e de alta complexidade. A equipe reforça sua expertise em arbitragem empresarial e contencioso judicial. Adriana Sarra e Lucas Farah se destacam em Arbitration. João Marcos Neto de Carvalho recebe reconhecimento em Litigation.

A conquista fortalece a confiança dos clientes e consolida o posicionamento do escritório como referência em resolução de disputas no Brasil.

Confira os resultados: Resultado Chambers Contentious 2026

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O Leilão de Reserva de Capacidade realizado em 2026 contratou cerca de 19,5 GW de potência. O resultado reforça a segurança do sistema elétrico e amplia a previsibilidade no atendimento à demanda.

Na matéria publicada pelo Poder360, o sócio João Paulo Pessoa analisa os impactos do certame. Segundo ele, “o leilão representa um avanço relevante para a segurança energética”. Ele também destaca que a medida amplia a capacidade de resposta do sistema em cenários críticos.

Ao mesmo tempo, o modelo levanta discussões sobre seus efeitos tarifários. De acordo com João Paulo Pessoa, “o desafio está em conciliar a expansão da oferta com a eficiência econômica”. Esse ponto ganha relevância diante dos custos associados à contratação de capacidade.

O tema reforça a importância de mecanismos regulatórios bem estruturados. Esses instrumentos devem equilibrar segurança energética e modicidade tarifária.

Confira mais detalhas na íntegra em: Energia | Poder360 – Leilão de reserva agrada setor, mas acende alerta de alta na conta de luz

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O leilão de garantia de energia realizado pelo governo federal contratou cerca de 19 GW de potência, envolvendo aproximadamente 100 usinas. O certame reforça a estratégia de ampliar a segurança do sistema elétrico, especialmente em cenários de maior demanda ou restrição hídrica.

Na matéria publicada pela Poder360, o sócio João Paulo Pessoa analisa os efeitos do modelo e destaca seu papel na previsibilidade do setor. Segundo ele, a contratação de capacidade contribui para reduzir riscos de desabastecimento e reforça o planejamento de longo prazo.

Ao mesmo tempo, o leilão reacende discussões sobre custos e impactos tarifários. Nesse contexto, o desafio passa a ser equilibrar segurança energética e eficiência econômica, especialmente diante da crescente complexidade da matriz elétrica brasileira.

Confira mais em: Energia | Poder 360 – 1º leilão de garantia de energia contrata 19 GW e soma 100 usinas

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A gestão contratual em projetos de construção influencia diretamente o equilíbrio entre prazo, custo e escopo. No entanto, o setor ainda trata contratos como eventos jurídicos pontuais, e não como processos contínuos de gestão.

Nesse contexto, os sócios Felipe Lisbôa e Marcelo Marchetti analisam esse desafio em artigo publicado no Valor Econômico. O texto destaca como decisões tomadas após a assinatura impactam o desempenho dos projetos.

De acordo com o estudo citado, contratos podem perder, em média, cerca de 11% de valor após a assinatura. Esse resultado decorre, principalmente, de falhas na fase de execução.

Entre os fatores mais recorrentes, destacam-se a negociação reativa de pleitos, o controle limitado de aditivos e a falta de planejamento para renegociações. Como consequência, projetos enfrentam aumento de custos, disputas e perda de eficiência.

Além disso, a ausência de mecanismos claros de governança compromete a tomada de decisão. Por isso, as equipes passam a atuar de forma reativa, o que amplia riscos ao longo do contrato.

Diante desse cenário, a gestão contratual deve assumir papel ativo. Para isso, é essencial estruturar processos, definir responsabilidades e implementar revisões periódicas. Dessa forma, as equipes conseguem antecipar desvios e preservar valor.

Em síntese, contratos não devem funcionar como documentos estáticos. Pelo contrário, devem operar como sistemas dinâmicos. Assim, contribuem para mitigar riscos e ampliar resultados em projetos complexos.

 

Confira mais detalhes na íntegra em: Valor Econômico – Projetos de construção: custo invisível do pós-assinatura

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A Leaders League 2026 reconheceu o Toledo Marchetti Advogados na categoria Dispute Resolution – Arbitration.

Os sócios Adriana Sarra e Leonardo Toledo também foram destacados. O reconhecimento reforça a consistência da atuação do escritório na área.

O resultado evidencia o compromisso do Toledo Marchetti com a excelência técnica. Também reflete a entrega de soluções jurídicas sofisticadas, alinhadas a um ambiente cada vez mais dinâmico.

Confira: Resultado Leaders League – 2026

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O aumento recente dos preços dos combustíveis reacendeu o debate sobre o ICMS no Brasil. A alta está ligada a fatores internacionais, que pressionam o preço do petróleo.

Diante desse cenário, o governo federal adotou medidas para reduzir custos. Entre elas, estão a desoneração de tributos federais e a criação dos subsídios para o diesel. Além disso, passou a avaliar possíveis ajustes no ICMS.

O ICMS é um tributo estadual. Por isso, qualquer alteração depende da aprovação dos governadores. Esse fator torna o tema sensível do ponto de vista fiscal.

O imposto tem peso relevante no preço final dos combustíveis. Mudanças na sua cobrança afetam diariamente a arrecadação dos Estados. Por esse motivo, o tema exige coordenação entre União e entes federativos.

A experiência de 2022 reforça esse ponto. Naquele momento, houve padronização da cobrança do imposto. A medida buscou reduzir distorções e trazer maior previsibilidade.

A reforma tributária também deve impactar esse cenário. Segundo Haroldo Bertoni, sócio do escritório, a substituição do ICMS por novos tributos pode aumentar a previsibilidade. A transição prevê regras específicas para combustíveis.

O debate sobre o ICMS reforça a necessidade de equilíbrio. Medidas emergenciais devem ser avaliadas com cautela. A segurança jurídica segue essencial para a estabilidade regulatória e para a atração de investimentos.

Confira mais detalhes da matéria em: Valor Econômico – Negociação como a de 2022 pode ser saída para ICMS

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A publicação da Lei nº 15.190/2025 representa um avanço significativo no regime jurídico do licenciamento ambiental no Brasil. A nova norma promove a consolidação de diretrizes que, por muitos anos, estiveram disciplinadas principalmente pela Resolução CONMA nº 237/1997, trazendo maior segurança jurídica, previsibilidade administrativa e uniformidade normativa aos procedimentos de licenciamento.

Da resolução administrativa à lei federal

A Resolução CONAMA nº 237/1997 desempenhou papel central na organização do licenciamento ambiental ao estabelecer normas gerais e estruturar o modelo trifásico tradicional, composto pela Licença Prévia (LP), Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO). Apesar de sua relevância histórica, tratava-se de um ato administrativo, o que frequentemente suscitava debates quanto à extensão de sua força normativa e aos limites de sua aplicação.

Com a entrada em vigor da Lei nº 15.197/2025, o licenciamento ambiental passa a contar com previsão legal expressa, aplicável à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. Esse novo enquadramento normativo confere maior robustez ao sistema, reduzindo incertezas jurídicas e fortalecendo a atuação dos órgãos licenciadores.

Ampliação das modalidades de licenciamento

A nova legislação também se destaca pela ampliação das modalidades de licença ambiental. Além do modelo trifásico tradicional, a lei passa a prever hipóteses como licenciamento em fase única, licença por adesão e compromisso, licenças corretivas, especiais e a Licença Ambiental Única (LAU).

Essa ampliação permite maior adequação do procedimento às características e ao potencial impacto de cada atividade ou empreendimento, buscando conciliar eficiência administrativa com a proteção ambiental.

Critérios para exigência de EIA/RIMA

No que se refere ao Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/RIMA), a Lei nº 15.190/2025 mantém a lógica de exigência para atividades potencialmente causadores de significativa degradação ambiental. Entretanto, a norma avança ao trazer maior clareza quanto às hipóteses de dispensa, contribuindo para a redução de controvérsias interpretativas e para a uniformização de entendimentos entre os entes licenciadores.

Prazos e previsibilidade administrativa

Outro ponto relevante diz respeito aos prazos de análise dos processos de licenciamento ambiental. A nova lei estabelece critérios mais objetivos para a tramitação dos procedimentos, o que tende a conferir maior previsibilidade e racionalidade administrativa, sem afastar a necessidade de análise técnica adequada dos impactos ambientais envolvidos.

Segurança jurídica e impactos do novo marco legal

De forma geral, a Lei nº 15.190/2025 consolida entendimentos que vinham sendo discutidos há anos no âmbito administrativo e judicial, fortalecendo a segurança jurídica e aprimorando o funcionamento do licenciamento ambiental no país. A normatização em nível legal contribui para maior estabilidade regulatória e para a adequada interpretação do regime jurídico aplicável às atividades sujeitas ao controle ambiental.

O novo marco legal do licenciamento ambiental exige atenção e análise cuidadosa, especialmente diante das mudanças procedimentais e da ampliação das modalidades de licença. A compreensão adequada da Lei nº 15.190/2025 é fundamental para a correta interpretação do regime jurídico do licenciamento ambiental e para a avaliação de seus impactos no desenvolvimento de atividades e empreendimentos no Brasil.

Confira o comparativo na íntegra: Tabela comparativa do licenciamento ambiental (CONAMA 237 x LEI 15190-2025)

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Produzido pelo Toledo Marchetti Advogados, o livreto “Financiamento dos Projetos de Infraestrutura e de Capital no Brasil” apresenta uma análise clara e objetiva sobre financiamento de infraestrutura no Brasil e os principais mecanismos jurídicos e financeiros utilizados na estruturação de projetos de capital.

O conteúdo reúne reflexões práticas sobre a viabilização e estruturação jurídica e financeira de projetos de infraestrutura, sendo uma leitura relevante para profissionais do setor, investidores e gestores públicos interessados no tema.

Lançado durante o Fórum de Financiamento da Infraestrutura, o material agora está disponível para download gratuito.

Clique aqui para acessar.